Open Source · MIT · v1.3.0
capivaOS — Spec-Driven Development Harness para Claude Code
capivaOS é um harness open-source (MIT) que transforma o Claude Code em um pipeline de desenvolvimento com fases obrigatórias — spec → plano → implementação → verificação → entrega — impostas por uma máquina de estados com hooks que bloqueiam escrita fora de fase, merge sem spec e transição sem quality gate. Instala como plugin em dois comandos.
MIT · v1.3.0 · plugin oficial de marketplace · dogfooded pela Capiva
O problema
Você já viu isso: o agente concorda com o plano, escreve três arquivos e no quarto já esqueceu o que combinou. O Claude Code é poderoso e indisciplinado. Ele escreve código plausível — e plausível não é correto. Sem enforcement, o agente pula a spec, esquece o plano no meio da sessão e acumula débito que aparece em produção semanas depois. Disciplina por prompt não sobrevive ao contexto: precisa ser infraestrutura.
> combina o plano com o agente✓ arquivo 1 · ✓ arquivo 2 · ✓ arquivo 3✗ arquivo 4: ignora o plano combinado
Prompt pede.
Harness impede.
Instrução no prompt degrada com o contexto; um hook que bloqueia escrita fora de fase funciona igual no primeiro minuto e na décima sessão.
O que é um harness?
Um harness é toda a infraestrutura em volta do modelo — ferramentas, regras, quality gates e memória — que transforma um LLM em um agente confiável: Agente = Modelo + Harness. O capivaOS é o harness de desenvolvimento para Claude Code: a camada que impõe disciplina de engenharia ao agente. Guia completo: O que é um AI Harness?

Como funciona
Cinco fases obrigatórias, com fast lane para tarefas de baixo risco. Cada fase produz um artefato auditável e é protegida por um guard mecânico:
GRILL_SPEC
Spec + critérios de aceite
Escrita de código antes da spec aprovada
Selecione uma fase para ver o que ela produz e o que ela bloqueia.
Ver como tabela
| Fase | Produz (artefato) | Bloqueia (guard) |
|---|---|---|
| GRILL_SPEC | Spec + critérios de aceite | Escrita de código antes da spec aprovada |
| PLAN | Plano de implementação | Implementação sem plano derivado da spec |
| IMPLEMENT | Código + testes | Merge sem critérios de aceite atendidos |
| TEST_VERIFY | Relatório de qualidade | Transição com cobertura < 75–80% ou warnings novos de linter |
| FINISH | Entrega + board atualizado | Fechamento sem gates verdes |
Hooks de fase impedem: escrita de código antes da spec aprovada, merge de PR sem critérios de aceite, transição de estado sem cobertura mínima de 75–80% e zero warnings novos de linter. Board de tarefas em .board/sprint-state.md persiste entre sessões.
> merge PR #42✗ Blocked: coverage 71% < 75% floor> fix → re-run✓ gate PASS · transition allowed

Instale em 30 segundos
/plugin marketplace add iB2/capivaOS/capiva:init
Blueprints inclusos: .NET, Python/FastAPI, Next.js — e o pipeline é stack-agnostic.
Por que a gente construiu isso
A Capiva roda os próprios projetos nisso — dogfood de verdade: este site é construído e mantido pelo mesmo pipeline que esta página anuncia. O capivaOS nasceu da camada de desenvolvimento do harness interno descrito em AI Harness na Prática.
Extraído de uso real em projetos no Brasil, EUA e UK — não é um framework especulativo.
O capivaOS é a versão publicada da camada de desenvolvimento do harness interno da Capiva — em uso desde março de 2026 em 12 projetos simultâneos, stack completo: código, infra e hosting. Numa única noite de operação autônoma, o pipeline entregou 14 tarefas como 14 pull requests em ~11 horas — cada um com spec aprovada, testes verdes e quality gate registrados por fase, e merge sempre humano. 6 releases públicos na primeira semana (v1.0.0 → v1.3.0). Os guards descritos nesta página estão legíveis no código, sob MIT.
Perguntas frequentes
Harness de desenvolvimento spec-driven para Claude Code, open-source sob MIT, instalado como plugin de marketplace. Impõe um pipeline de 5 fases (GRILL_SPEC → PLAN → IMPLEMENT → TEST_VERIFY → FINISH) por máquina de estados: hooks bloqueiam mecanicamente escrita fora de fase, merge sem spec aprovada e transição sem quality gate. O estado do sprint persiste em .board/sprint-state.md entre sessões. Versão atual v1.3.0.
Prompts são sugestão; o capivaOS é enforcement. Instruções degradam conforme a janela de contexto enche e desaparecem entre sessões — o agente "esquece" a regra no momento em que ela mais importa. No capivaOS, a disciplina é infraestrutura: um hook que bloqueia a escrita de código antes da spec aprovada funciona no primeiro minuto e na décima sessão, independente do que há no contexto. É a diferença entre pedir e impedir.
Três diferenças estruturais: (1) enforcement mecânico — guards executáveis que bloqueiam ações fora de fase, não convenção documental que depende de disciplina humana; (2) estado persistente — o board e a fase atual sobrevivem ao fim da sessão e a compactações de contexto; (3) quality gates numéricos — pisos de 75-80% de cobertura e zero warnings novos de linter como condição de transição, não como recomendação.
Sim. É um plugin do Claude Code: /plugin marketplace add iB2/capivaOS e /capiva:init no repo existente. O init detecta o contexto do projeto e configura o board e os guards sem reestruturar o repositório. Convive com CI/CD existente — os gates do capivaOS rodam ANTES do commit/PR, complementando (não substituindo) o pipeline de CI.
.NET, Python/FastAPI e Next.js, definindo padrões de código e de teste por stack. O pipeline em si é stack-agnostic: as fases e guards não dependem de linguagem, e blueprints novos são extensíveis a partir dos existentes.
Para mudanças de baixo risco existe a fast lane, que encurta o pipeline. Para o resto, a matemática é: o custo de escrever spec e plano é fixo e pequeno; o custo de retrabalho de código plausível-mas-errado é variável e composto — débito técnico, regressões e depuração semanas depois em produção. O harness troca minutos previsíveis por horas imprevisíveis.
A transição de fase é bloqueada e o agente recebe o motivo objetivo (cobertura abaixo do piso, warnings novos, critérios de aceite não atendidos). Ele corrige e tenta de novo — o humano só é chamado nos checkpoints de aprovação definidos, não a cada falha. Falha de gate é loop de correção, não interrupção.
Sim: os pisos de qualidade, os checkpoints humanos e os padrões por stack são configuráveis por projeto. O que não é configurável é pular fase silenciosamente — esse é o ponto do harness.
O capivaOS é construído sobre o sistema de plugins, hooks e skills do Claude Code, e é onde ele opera hoje. Os ARTEFATOS que produz (specs, planos, critérios de aceite, relatórios) são markdown aberto, legíveis por qualquer ferramenta — o lock-in dos seus dados é zero.
Gratuito e open-source, licença MIT, sem telemetria comercial. O código está em github.com/iB2/capivaOS. Não há tier pago do plugin; a Capiva monetiza serviços de implementação de harness em empresas, não o capivaOS.
A Capiva, boutique de IA que roda os próprios projetos de cliente no capivaOS todos os dias (Brasil, EUA e UK) — o plugin é a versão publicada da camada de desenvolvimento do harness interno da empresa. Releases versionados (v1.3.0 em julho/2026).
Dois comandos no Claude Code: /plugin marketplace add iB2/capivaOS e depois /capiva:init no seu repositório. A partir daí, a primeira tarefa já entra no pipeline: o agente te leva pela spec antes de deixar qualquer código ser escrito.
Protótipo descartável ou script one-off: o custo de spec não se paga em código que você vai jogar fora — use a fast lane ou nem instale. Repositório sem nenhum teste: os gates de cobertura pressupõem uma suíte existente; nesse caso comece criando a base de testes (o pipeline ajuda a partir daí). E se seu fluxo já tem enforcement equivalente (spec review humano obrigatório + gates de CI bloqueantes), o capivaOS replica o que você já tem — a diferença é ele impor isso DENTRO da sessão do agente, antes do commit.
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